Iniciou dia 12/05 a 2ª Formação Introdução à Educação Digital - 40h do ano de 2011, estão participando professores das escolas Getúlio Vargas, Neith Aragon Motta, Ordália Machado e Aparício Mariense.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
terça-feira, 3 de agosto de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Jornada Pedagógica 2010
Iniciam hoje as Jornadas Pedagógicas das escolas estaduais. Cada educandário organizou o seu ciclo de palestras e oficinas nas próprias escolas ou na CRE. Professores e servidores participam das atividades. O NTE estará participando das Jornadas Pedagógicas das escolas EEEF João Goulart, dia 19/7 e da EEEM Timbaúva, dia 21/7 com o tema "O uso do laboratório de Informática Escolar", dando sugestões de uso do laboratório e de atividades a serem desenvolvidas usando as tecnologias.
Dia 23/07 o NTE estará fazendo parte da Jornada Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, com o tema "O coordenador do Laboratório de Informática".
Dia 23/07 o NTE estará fazendo parte da Jornada Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, com o tema "O coordenador do Laboratório de Informática".
sexta-feira, 30 de abril de 2010
2º Encontro presencial Curso TIC
O 2º encontro presencial do curso TIC - Turma 01/2010 aconteceu na EEEB Arneldo Matter, dia 28 de abril, às 14h, quando a formadora e as cursistas foram muito bem recepcionadas pelo diretor da escola, professor Joicimar Ferreira e pela professora Maria Catarina Chagas de Freitas, supervisora e também cursista.
No encontro houve apresentação do 1º trabalho em grupo do curso. As cursistas Luciane Bidinoto, Elizabeth Kemer, Elaine Dalla Porta, Liamara Frigo e Joyce Barreto explanaram sobre os assuntos "A sociedade da aprendizagem e o desafio em converter informação em conhecimento" e "Tecnologias trazem o mundo para a escola". O grupo usou recursos multimídia e soube explorar bem o assunto, levando toda a turma a debater sobre tal. Parabéns!
O terceiro encontro presencial está previsto para o dia 20/05, no CESB, quando teremos apresentação de mais trabalhos em grupo. Enquanto isso, há muita atividade para ser realizada a distância. Haja fôlego!!!
No encontro houve apresentação do 1º trabalho em grupo do curso. As cursistas Luciane Bidinoto, Elizabeth Kemer, Elaine Dalla Porta, Liamara Frigo e Joyce Barreto explanaram sobre os assuntos "A sociedade da aprendizagem e o desafio em converter informação em conhecimento" e "Tecnologias trazem o mundo para a escola". O grupo usou recursos multimídia e soube explorar bem o assunto, levando toda a turma a debater sobre tal. Parabéns!
O terceiro encontro presencial está previsto para o dia 20/05, no CESB, quando teremos apresentação de mais trabalhos em grupo. Enquanto isso, há muita atividade para ser realizada a distância. Haja fôlego!!!
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Curso TIC 100h
Teve início na última quarta-feira, 07 de abril, a 1ª turma/2010 do Curso Tecnologias em educação: ensinando e aprendendo com as TIC. O evento foi realizado no NTE. Participaram 17 professoras e gestoras das escolas Arneldo Matter, CESB, Olavo Bilac e João Goulart.
O curso terá duração de 6 meses, com previsão de encerramento em setembro/10. Cada escola participante sediará dois encontros, totalizando 9 encontros presenciais e muitas atividades a distância, já que o curso tem carga-horária de 100h. Todo material do curso, bem como atividades e interações acontecem no ambiente Teleduc. http://www.teleduc.procergs.com.br/
O curso terá duração de 6 meses, com previsão de encerramento em setembro/10. Cada escola participante sediará dois encontros, totalizando 9 encontros presenciais e muitas atividades a distância, já que o curso tem carga-horária de 100h. Todo material do curso, bem como atividades e interações acontecem no ambiente Teleduc. http://www.teleduc.procergs.com.br/
Vencedores da Olimpíada Brasileira de Matemática mostram casos de superação que valorizam os estudos
Na solenidade de entrega de medalhas de ouro, prata e bronze aos 3 mil vencedores da 5ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, destacou histórias de superação de quatros alunos. A premiação aconteceu nesta semana, na Escola Naval do Rio de Janeiro. Participaram da entrega das medalhas os Ministros da Educação, Fernando Haddad, e da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende.
Ricardo Oliveira da Silva, de Várzea Alegre (CE), contou o presidente, sofre de atrofia do tecido muscular e é um vencedor. Em 2006, ele era levado à escola em um carrinho de mão, porque a família não tinha condições de comprar uma cadeira de rodas. Isso não o impediu de se destacar na Obmep. Venceu quatro vezes. Seu empenho e desempenho renderam um contrato de trabalho do governo do Ceará. Sua atividade é contar sua experiência nas escolas. Com o dinheiro que ganhou, explicou o presidente, Ricardo comprou uma casa para a família.
De Natal vem o exemplo de Josecleitom Ramalho. Na trajetória da Obmep, ele ganhou uma medalha de prata, três de bronze e uma menção honrosa. Josecleitom tem doença degenerativa na córnea do olho direito, já perdeu 80% da visão desse olho e aguarda um transplante. Sua maior vitória, segundo o presidente da República, foi passar em primeiro lugar no vestibular do curso de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em 2009. A concorrência, disse Lula, foi de 27 candidatos por vaga.
Fonte: Boletim do MEC
Ricardo Oliveira da Silva, de Várzea Alegre (CE), contou o presidente, sofre de atrofia do tecido muscular e é um vencedor. Em 2006, ele era levado à escola em um carrinho de mão, porque a família não tinha condições de comprar uma cadeira de rodas. Isso não o impediu de se destacar na Obmep. Venceu quatro vezes. Seu empenho e desempenho renderam um contrato de trabalho do governo do Ceará. Sua atividade é contar sua experiência nas escolas. Com o dinheiro que ganhou, explicou o presidente, Ricardo comprou uma casa para a família.
De Natal vem o exemplo de Josecleitom Ramalho. Na trajetória da Obmep, ele ganhou uma medalha de prata, três de bronze e uma menção honrosa. Josecleitom tem doença degenerativa na córnea do olho direito, já perdeu 80% da visão desse olho e aguarda um transplante. Sua maior vitória, segundo o presidente da República, foi passar em primeiro lugar no vestibular do curso de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em 2009. A concorrência, disse Lula, foi de 27 candidatos por vaga.
Fonte: Boletim do MEC
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
SAIBA O QUE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO NA HORA DE COMPRAR O COMPUTADOR
Qual o computador ideal? Se a resposta não começar por “depende para quê”, a chance de errar é grande. Assim como os usuários, as máquinas têm perfis diferentes. E para quem vai comprar o primeiro micro, ou pretende trocar o velho PC de alguns anos, ter consciência de para qual finalidade vai usar o equipamento é o primeiro passo.
– É fundamental saber o que se pretende fazer com a máquina, qual a utilidade dela – explica o professor de pós-graduação e governança do Senac Informática de Porto Alegre Ery Jardim.
Quem usa o PC apenas para acessar e-mails e digitar textos, por exemplo, não precisa de um hardware muito avançado. Em outras palavras, as configurações de disco rígido, memória, processador e placa de vídeo não precisam ser tão altas.
Mas se você gosta de games sofisticados, deve investir mais. Foi o que fez analista de sistemas Rafael Fanti, 30 anos, de Porto Alegre, que desembolsou R$ 3,5 mil no computador. Desde a compra, há três anos, Fanti já mexeu na máquina.
– Fiz um upgrade, ao poucos, porque o computador já estava defasado para games. Primeiro, substitui a placa de vídeo e a fonte. No ano passado, troquei processador, placa-mãe e memórias. O HD, mudei para um maior no início deste ano – revela Fanti.
Outros usuários podem levar mais tempo para sentir necessidade de atualizar sua máquina. Por exemplo, alguém que comprou um micro com configuração simples, apenas para ler e-mails e escrever textos, e mantém esse perfil de uso, poderá permanecer com o mesmo computador por anos.
– Se os hábitos não mudam frequentemente, o computador dura muito tempo – avalia Jardim.
Mesmo assim, há uma configuração mínima que varia de tempos em tempos. Segundo o professor da Faculdade de Informática da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS) Júlio Machado, computadores com menos de 2 GB de memória RAM não valem mais a pena ser comprados.
SAIBA O QUE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO NA HORA DE COMPRAR O COMPUTADOR
Básico
Veja configurações sugeridas para três tipos de consumidores, de acordo com as atividades que mais realizam no computador:
Para que usa: e-mail, redes sociais, messengers e redação de textos
• Processador: 1 GHz
• Disco rígido (HD):160 GB
• Memória RAM: 2 GB
• Placa de vídeo: até 8 MB (onboard)
• Tempo estimado para troca: um a dois anos
• Custo: cerca de R$ 700*
Intermediário
Para que usa: acesso a redes sociais, vídeos online, downloads, planilhas, textos e apresentações
• Processador: 1,5 GHz a 2,0 GHz (dual core)
• Disco rígido (HD): 250 GB a 320 GB
• Memória RAM: 3 GB a 4 GB
• Placa de vídeo: 128 MB a 256 MB (offboard)
• Tempo estimado para troca: dois a três anos
• Custo: cerca de R$ 900*
Avançado
Para que usa: games, vídeos e downloads
• Processador: 2,6 GHz (Quad Core)
• Disco rígido (HD): 500 GB
• Memória RAM: 4 GB
• Placa de vídeo: 512 MB (offboard)
• Tempo estimado para troca: até quatro anos
• Custo: entre R$ 1,4 mil e R$ 2,1 mil*
* Os preços são uma média do custo dos gabinetes de computadores. Não estão incluídos sistema operacional, monitores e outros acessórios.
Fontes: Ery Jardim, professor de pós-graduação e governança de Informática do Senac/RS, e Júlio Machado, professor da Faculdade de Informática da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS). As médias de preços foram fornecidas pelas lojas Compujob e Philden, em Porto Alegre.
Extraído do Jornal ZH - 24/02/10 - Caderno Digital
– É fundamental saber o que se pretende fazer com a máquina, qual a utilidade dela – explica o professor de pós-graduação e governança do Senac Informática de Porto Alegre Ery Jardim.
Quem usa o PC apenas para acessar e-mails e digitar textos, por exemplo, não precisa de um hardware muito avançado. Em outras palavras, as configurações de disco rígido, memória, processador e placa de vídeo não precisam ser tão altas.
Mas se você gosta de games sofisticados, deve investir mais. Foi o que fez analista de sistemas Rafael Fanti, 30 anos, de Porto Alegre, que desembolsou R$ 3,5 mil no computador. Desde a compra, há três anos, Fanti já mexeu na máquina.
– Fiz um upgrade, ao poucos, porque o computador já estava defasado para games. Primeiro, substitui a placa de vídeo e a fonte. No ano passado, troquei processador, placa-mãe e memórias. O HD, mudei para um maior no início deste ano – revela Fanti.
Outros usuários podem levar mais tempo para sentir necessidade de atualizar sua máquina. Por exemplo, alguém que comprou um micro com configuração simples, apenas para ler e-mails e escrever textos, e mantém esse perfil de uso, poderá permanecer com o mesmo computador por anos.
– Se os hábitos não mudam frequentemente, o computador dura muito tempo – avalia Jardim.
Mesmo assim, há uma configuração mínima que varia de tempos em tempos. Segundo o professor da Faculdade de Informática da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS) Júlio Machado, computadores com menos de 2 GB de memória RAM não valem mais a pena ser comprados.
SAIBA O QUE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO NA HORA DE COMPRAR O COMPUTADOR
Básico
Veja configurações sugeridas para três tipos de consumidores, de acordo com as atividades que mais realizam no computador:
Para que usa: e-mail, redes sociais, messengers e redação de textos
• Processador: 1 GHz
• Disco rígido (HD):160 GB
• Memória RAM: 2 GB
• Placa de vídeo: até 8 MB (onboard)
• Tempo estimado para troca: um a dois anos
• Custo: cerca de R$ 700*
Intermediário
Para que usa: acesso a redes sociais, vídeos online, downloads, planilhas, textos e apresentações
• Processador: 1,5 GHz a 2,0 GHz (dual core)
• Disco rígido (HD): 250 GB a 320 GB
• Memória RAM: 3 GB a 4 GB
• Placa de vídeo: 128 MB a 256 MB (offboard)
• Tempo estimado para troca: dois a três anos
• Custo: cerca de R$ 900*
Avançado
Para que usa: games, vídeos e downloads
• Processador: 2,6 GHz (Quad Core)
• Disco rígido (HD): 500 GB
• Memória RAM: 4 GB
• Placa de vídeo: 512 MB (offboard)
• Tempo estimado para troca: até quatro anos
• Custo: entre R$ 1,4 mil e R$ 2,1 mil*
* Os preços são uma média do custo dos gabinetes de computadores. Não estão incluídos sistema operacional, monitores e outros acessórios.
Fontes: Ery Jardim, professor de pós-graduação e governança de Informática do Senac/RS, e Júlio Machado, professor da Faculdade de Informática da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS). As médias de preços foram fornecidas pelas lojas Compujob e Philden, em Porto Alegre.
Extraído do Jornal ZH - 24/02/10 - Caderno Digital
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Reportagem da ZH - 22/02/2010 - O X da Educação
Alunos digitais, escolas analógicas
A maior parte das escolas privadas do Rio Grande do Sul dá a largada hoje para mais um ano letivo. O Sindicato das Escolas Particulares do Estado (Sinepe) calcula que mais de 400 mil estudantes retornem às salas de aula. Neste início de ano, especialistas em educação fazem um alerta: a escola precisa mudar para acompanhar o ritmo da chamada geração Y.
Confira como professores, pais e alunos podem encarar juntos este desafio.
Se um estudante do século 19 voltasse às aulas hoje, como boa parte dos alunos gaúchos, provavelmente se espantaria com o comportamento dos colegas e com a parafernália eletrônica que carregam nas mochilas, mas reconheceria de longe a sala de aula: o quadro negro, as fileiras de classes e a figura do professor à frente da turma lhe pareceriam muito familiares. Enquanto a geração do século 21 nasce plugada e desafia os modelos tradicionais de educação com inéditas formas de pensar e de aprender, a escola que se propõe a ensiná-los pouco se modernizou nesses dois séculos.
Diante do choque inevitável entre alunos digitais e um modelo de ensino analógico, especialistas alertam para um momento de ruptura: se quiserem continuar cumprindo seu papel, as instituições de ensino precisam se reformular. E para isso não adianta apenas investir em laboratórios de informática. É necessário repensar desde a maneira de se relacionar com os alunos até a geografia da sala de aula. Em vez de taxar os alunos de inquietos ou desinteressados, é preciso investigar o porquê dessa aparente apatia.
– Isso que a gente chama de indisciplina, desinteresse, apatia deve ser um motivo para mexer na qualidade da aula. Essa geração fuça, mexe, pluga, implode a escola que tem o modelo de aula dos séculos 18, 19 – adverte o professor e pesquisador Adriano Nogueira, que trabalhou com Paulo Freire e assina com ele diversos livros sobre educação, entre eles Que Fazer? – Teoria e Prática em Educação Popular.
Chamados de geração Y por sociólogos, os nascidos depois de 1980 são identificados por uma inquietação permanente, alimentada pela crescente velocidade das redes a que estão conectados. As mudanças são tão aceleradas que já há quem identifique uma geração Z. Segundo o pedagogo e conferencista Hamílton Werneck, autor de livros como Se Você Finge que Ensina, Eu Finjo que Aprendo, ela seria formada pelos nascidos depois de 1994.
– A Z é uma espécie de geração Y mais turbinada, está muito mais conectada no cyberespaço, e a escola está ficando para trás. O problema é que esses alunos também sofrem os efeitos da dispersão. Eles começam pesquisando sobre o Delta do Rio Parnaíba na internet, entram num link sobre o delta do Nilo, daqui a pouco já estão lendo sobre a última pesquisa do DNA de Tucancamon e não fizeram a pesquisa original. A escola tem um papel importante nessa mediação, ajudando a discernir informação – diz Werneck.
Para Paulo Al-Assal, diretor-geral da Voltage, agência de pesquisa especializada em tendências, com sede em São Paulo, um dos problemas da escola atual é que ela mata a criatividade, ao padronizar alunos em seu modelo fabril. E a criatividade é justamente a principal exigência do futuro.
– Minha filha de oito anos assiste Discovery, Geographic Channel, acessa multiplataformas. Aí vem a professora no primeiro dia de aula e diz: “a pata nada”. Em seu formato atual, a escola mata a criatividade – critica Al-Assal.
leticia.duarte@zerohora.com.br
LETÍCIA DUARTE
A maior parte das escolas privadas do Rio Grande do Sul dá a largada hoje para mais um ano letivo. O Sindicato das Escolas Particulares do Estado (Sinepe) calcula que mais de 400 mil estudantes retornem às salas de aula. Neste início de ano, especialistas em educação fazem um alerta: a escola precisa mudar para acompanhar o ritmo da chamada geração Y.
Confira como professores, pais e alunos podem encarar juntos este desafio.
Se um estudante do século 19 voltasse às aulas hoje, como boa parte dos alunos gaúchos, provavelmente se espantaria com o comportamento dos colegas e com a parafernália eletrônica que carregam nas mochilas, mas reconheceria de longe a sala de aula: o quadro negro, as fileiras de classes e a figura do professor à frente da turma lhe pareceriam muito familiares. Enquanto a geração do século 21 nasce plugada e desafia os modelos tradicionais de educação com inéditas formas de pensar e de aprender, a escola que se propõe a ensiná-los pouco se modernizou nesses dois séculos.
Diante do choque inevitável entre alunos digitais e um modelo de ensino analógico, especialistas alertam para um momento de ruptura: se quiserem continuar cumprindo seu papel, as instituições de ensino precisam se reformular. E para isso não adianta apenas investir em laboratórios de informática. É necessário repensar desde a maneira de se relacionar com os alunos até a geografia da sala de aula. Em vez de taxar os alunos de inquietos ou desinteressados, é preciso investigar o porquê dessa aparente apatia.
– Isso que a gente chama de indisciplina, desinteresse, apatia deve ser um motivo para mexer na qualidade da aula. Essa geração fuça, mexe, pluga, implode a escola que tem o modelo de aula dos séculos 18, 19 – adverte o professor e pesquisador Adriano Nogueira, que trabalhou com Paulo Freire e assina com ele diversos livros sobre educação, entre eles Que Fazer? – Teoria e Prática em Educação Popular.
Chamados de geração Y por sociólogos, os nascidos depois de 1980 são identificados por uma inquietação permanente, alimentada pela crescente velocidade das redes a que estão conectados. As mudanças são tão aceleradas que já há quem identifique uma geração Z. Segundo o pedagogo e conferencista Hamílton Werneck, autor de livros como Se Você Finge que Ensina, Eu Finjo que Aprendo, ela seria formada pelos nascidos depois de 1994.
– A Z é uma espécie de geração Y mais turbinada, está muito mais conectada no cyberespaço, e a escola está ficando para trás. O problema é que esses alunos também sofrem os efeitos da dispersão. Eles começam pesquisando sobre o Delta do Rio Parnaíba na internet, entram num link sobre o delta do Nilo, daqui a pouco já estão lendo sobre a última pesquisa do DNA de Tucancamon e não fizeram a pesquisa original. A escola tem um papel importante nessa mediação, ajudando a discernir informação – diz Werneck.
Para Paulo Al-Assal, diretor-geral da Voltage, agência de pesquisa especializada em tendências, com sede em São Paulo, um dos problemas da escola atual é que ela mata a criatividade, ao padronizar alunos em seu modelo fabril. E a criatividade é justamente a principal exigência do futuro.
– Minha filha de oito anos assiste Discovery, Geographic Channel, acessa multiplataformas. Aí vem a professora no primeiro dia de aula e diz: “a pata nada”. Em seu formato atual, a escola mata a criatividade – critica Al-Assal.
leticia.duarte@zerohora.com.br
LETÍCIA DUARTE
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
ARTIGO SOBRE O PROINFO
O Secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky publicou o artigo TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS BRASILEIRAS: O PROGRAMA PROINFO INTEGRADO. O texto é muito interressante e está disponível pra a leitura de todos.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Máquina de Quadrinhos: Turma da Mônica
A Máquina de Quadrinhos é mais uma criação da Maurício de Souza Produções e permite a criação histórias em quadrinhos com os principais personagens da querida Turma da Mônica.
O primeiro passo é registrar-se no site. Depois o usuário de forma intuitiva utilizando o mouse pode construir suas histórinhas usando os cenário, os personagens, objetos e balões, etc.
Depois basta publicar. O site permite que os usuários votem nas histórias dos demais autores, e ainda as mais votadas poderão até ser publicadas nas revistas da Turminha.
Crie a sua história também.
Dica encontrada em: http://rafaelnink.com/
O primeiro passo é registrar-se no site. Depois o usuário de forma intuitiva utilizando o mouse pode construir suas histórinhas usando os cenário, os personagens, objetos e balões, etc.
Depois basta publicar. O site permite que os usuários votem nas histórias dos demais autores, e ainda as mais votadas poderão até ser publicadas nas revistas da Turminha.
Crie a sua história também.
Dica encontrada em: http://rafaelnink.com/
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Formatura Aluno Monitor/São Borja
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
ENTREGA DE CERTIFICADOS
Realizou-se hoje a entrega dos certifidados para os alunos de Santiago que concluiram o Curso do Programa Aluno Monitor. O evento aconteceu na Câmara Municipal de Santiago, às 10h com a presença da Professora Maria Leocádia Fraga Guerreiro, Coordenadora da 35ª CRE, do Vice Prefeito, Vereadores, Diretores de escolas estaduais, Professores, alunos e pais além das professoras tutoras das turmas, Elaine Flores, Kathia Lima e Grede Brasil. Contamos com a participação de jovens integrantes do Projeto Criança Feliz, que fizeram belas apresentações, abrilhantando o evento.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Formatura Aluno Monitor

Acontece nesta sexta, 4/12, em Santiago, na Câmara Municipal de Vereadores, às 10h a formatura dos alunos que realizaram o Programa Aluno Monitor. Em Santiago participaram alunos das escolas Cândido Genro, Alceu Carvalho, Cristóvão Pereira, APA, Isaías, Monsenhor e Lucas Araújo.
75 alunos vão receber o certificado de Aluno Monitor - Aprender em Parceria.
Várias autoridades já confirmaram presença.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Wikicionário

O Wikcionário é um projeto colaborativo que tem como objetivo produzir um dicionário poliglota livre em português, com significados, etimologias e pronúncia. Iniciado em 3 de Maio de 2004 conta hoje com mais de 66000 verbetes na versão em português.
Qualquer pessoa pode editar e salvar qualquer definição; não é necessário identificar-se.
Acesse: http://www.wiktionary.org
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
O VALOR DE SER EDUCADOR
Ser transmissor de verdades,
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Buscando se auto-realizar,
Atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...
Esse é o valor de ser educador.
Maria Darismar Duarte Henes Cortes
Oração do Professor

Dai-me, Senhor, o dom de ensinar,
Dai-me esta graça que vem do amor.
Mas, antes do ensinar, Senhor,
Dai-me o dom de aprender.
Aprender a ensinar
Aprender o amor de ensinar.
Que o meu ensinar seja simples, humano e alegre, como o amor.
De aprender sempre.
Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe
Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.
Que meus conhecimentos não produzam orgulho,
Mas cresçam e se abasteçam da humildade.
Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,
Mas animem as faces de quem procura a luz.
Que a minha voz nunca assuste,
Mas seja a pregação da esperança.
Que eu aprenda que quem não me entende
Precisa ainda mais de mim,
E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.
Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender,
Para que eu possa trazer o novo, a esperança,
E não ser um perpetuador das desilusões.
Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender
Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.
Antonio Pedro Schlindwein
terça-feira, 29 de setembro de 2009
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